domingo, 16 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Kate Middleton
Kate Middleton, é uma britânica nascida em Reading. Tornou-se conhecida por seu relacionamento com o Príncipe William de Gales, o filho mais velho de Charles, Príncipe de Gales e da falecida Diana, Princesa de Gales, sendo atualmente sua noiva. Eles se casarão em 29 de Abril, ela se tornará uma princesa do Reino Unido e possivelmente a Rainha do país quando seu marido assumir o trono.
No dia do noivado Middleton usava um vestido azul assinado pela estilista brasileira Daniela Issa, cuja loja Issa London a tem como cliente frequente. A escolha de uma estilista estrangeira foi criticada pela imprensa britânica, mas Daniela continua sendo um dos nomes mais cotados para desenhar o vestido de noiva.
A capa de fevereiro da revista Tatler traz uma montagem de fotos da noiva do príncipe William, Kate Middleton, em tributo ao estilo pop art de Andy Warhol.
No dia do noivado Middleton usava um vestido azul assinado pela estilista brasileira Daniela Issa, cuja loja Issa London a tem como cliente frequente. A escolha de uma estilista estrangeira foi criticada pela imprensa britânica, mas Daniela continua sendo um dos nomes mais cotados para desenhar o vestido de noiva.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
"Dezembro é diferente é Natal"
Neste Natal dê a você o melhor presente.Renasça!
Não importa se você é ateu,agnóstico ou profundamente religioso.Renasça! Aproveite este tempo em que o mundo ocidental inteiro e boa parte do oriente param para comemorar o nascimento de um menino chamado Jesus, que nasceu numa manjedoura em Belém.Não importa se você acredita ou não ser ele o filho de Deus ou simples profeta.Renasça !
Renascer significa nascer de novo.Nascer de novo significa deixar morrer a velha pessoa que há dentro de nós.Deixe morrer aquela pessoa que insiste em complicar as coisas simples e fazer a vida mais difícil do que já é.Deixe morrer aquela pessoa que insiste em ter medo de vencer e de fazer as coisas certas.Deixe morrer aquela pessoa mal humorada e negativa, as vezes irônica e até cínica, que existe dentro de você.Renasça!
Aproveite este tempo para fazer o seu afeto renascer, o seu casamento renascer,a sua família renascer.Não importa sua idade, seu estado cível, sua nacionalidade,etnia ou cor da pele.Renasça! Mesmo escondido, sem que ninguém veja ou perceba, faça um exame de consciência.Anote seu pontos fortes e frágeis e renasça reforçando os fortes e deixando os fracos cada vez mais fracos para que desapareçam de tanta fraqueza.Renasça!
Renasça como criança.Sem preconceitos e amarras.Abrace com emoção, quem você sente vontade de abraçar- talvez seu velho pai,sua mãe, sua esposa, seu marido, seus filhos ou netos.Se já tiverem partido, abrace-os em seu coração.Renasça perdoando, agradecendo, sorrindo,brincando.Renasça acreditando em Papai Noel.Volte a ser aquela pessoa ingênua que era feliz e não sabia, porque acreditava nas coisas que os adultos deixaram de acreditar.
Acredite em você!
Feliz Natal!!!
Texto( meu querido e mentor Luiz Marins)
Não importa se você é ateu,agnóstico ou profundamente religioso.Renasça! Aproveite este tempo em que o mundo ocidental inteiro e boa parte do oriente param para comemorar o nascimento de um menino chamado Jesus, que nasceu numa manjedoura em Belém.Não importa se você acredita ou não ser ele o filho de Deus ou simples profeta.Renasça !
Renascer significa nascer de novo.Nascer de novo significa deixar morrer a velha pessoa que há dentro de nós.Deixe morrer aquela pessoa que insiste em complicar as coisas simples e fazer a vida mais difícil do que já é.Deixe morrer aquela pessoa que insiste em ter medo de vencer e de fazer as coisas certas.Deixe morrer aquela pessoa mal humorada e negativa, as vezes irônica e até cínica, que existe dentro de você.Renasça!
Aproveite este tempo para fazer o seu afeto renascer, o seu casamento renascer,a sua família renascer.Não importa sua idade, seu estado cível, sua nacionalidade,etnia ou cor da pele.Renasça! Mesmo escondido, sem que ninguém veja ou perceba, faça um exame de consciência.Anote seu pontos fortes e frágeis e renasça reforçando os fortes e deixando os fracos cada vez mais fracos para que desapareçam de tanta fraqueza.Renasça!
Renasça como criança.Sem preconceitos e amarras.Abrace com emoção, quem você sente vontade de abraçar- talvez seu velho pai,sua mãe, sua esposa, seu marido, seus filhos ou netos.Se já tiverem partido, abrace-os em seu coração.Renasça perdoando, agradecendo, sorrindo,brincando.Renasça acreditando em Papai Noel.Volte a ser aquela pessoa ingênua que era feliz e não sabia, porque acreditava nas coisas que os adultos deixaram de acreditar.
Acredite em você!
Feliz Natal!!!
Texto( meu querido e mentor Luiz Marins)
domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
23 de Setembro a chegada da Primavera
Começa hoje a estação mais florida do ano. Escolhi um texto lindo da "Cecilia Meireles"
A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.
Para saber mais sobre "Cecilia meireles" clique aqui : http://www.releituras.com/cmeireles_bio.asp
A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.
Para saber mais sobre "Cecilia meireles" clique aqui : http://www.releituras.com/cmeireles_bio.asp
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Dicas e avisos no uso do " Amaciante de Roupas"
Usar amaciante ao lavar suas roupas é ideal para deixá-las mais macias ao toque e com aquele cheirinho refrescante de limpeza. Mas a utilização de forma errada pode provocar manchas.Sempre utilize a quantidade indicada na embalagem.
Dica:
Não aplique o amaciante diretamente sobre as roupas. Eles possuem, em sua composição, pigmentos de cor que lhe auferem aquele tom, em geral, azul. Esses pigmentos podem manchar suas roupas. O melhor é diluí-lo em água antes.
A quantidade de amaciante a ser utilizada é diretamente proporcional à quantidade de roupa a ser lavada.
Normalmente, a tampa é usada como medidor. Uma tampa cheia é o bastante para uma lavada normal. Coloque meia tampa a mais apenas se desejar maciez adicional ou para grandes quantidades de roupa. Os fabricantes costumam indicar, no rótulo do produto, a quantidade de amaciante a ser usada, entretanto, a quantidade ideal depende do resultado esperado. Lembre-se de prestar atenção às proporções de roupas da sua casa!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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